tarde, dezanove horas de vinte e tal graus
numa qualquer esplanada do meu atlântico
longe de parecer tempestuoso,
trago um pouco de espírito,
fecho os olhos...
e sinto.
percebo porque amo este cantinho,
porque me prende tanto.
agora sei!
somos feitos uns dos outros, somos água,
infieis a qualquer rotina,
somos sonhos...
vivo para os viver.
porque sou assim? sou só eu assim?
umm... volto a sentir.
vivo para dar. e receber... de ti atlântico!
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