
domingo, 22 de abril de 2007
sexta-feira, 20 de abril de 2007
tokyo
back to Romford
DriveboydogboyDirtynumbangelboyInthedoorwayboyShewasalipstickboyShewasabeautifulboyAndtearsboyAndallinyourinnerspaceboyYouhadhandsgirlboyandsteelboyYouhadchemicalsboyI'vegrownsoclosetoyouBoyandyoujustgroanboyShesaidcomeovercomeoverShesmiledatyouboy.LetyourfeelingsslipboyButneveryourmaskboyRandomblondebiohighdensityrhythmBlondeboyblondecountryblondehighdensityYouaremydrugboyYou'rerealboySpeaktomeandboydogDirtynumbcrackingboyYougetwetboyBigbigtimeboyAcidbearboyBabesandbabesandbabesandbabesandbabesAndrememberingnothingboyYoulikemytinhornboyandgetWetlikeanangelDerailYougotavelvetmouthYou'resosucculentandbeautifulShimmeringanddirtyWonderfulandhottimesOnyourtelephonelineAndgodandeverythingOnyourtelephoneAndinwalkanangelAndlookatmeyourmomSquattingpissedinatubeholeatTottenhamCourtRoadIjustcomeoutoftheshipTalkingtothemostBlondeIevermetShoutingLagerlagerlagerlagerShoutingLagerlagerlagerlagerShouting...LagerlagerlagerShoutingMegamegawhitethingMegamegawhitethingMegamegawhitethingMegamegaShoutinglagerlagerlagerlagerMegamegawhitethingMegamegawhitethingSomanythingstoseeanddoInthetubeholetrueBlondegoingbacktoRomfordMegamegamegagoingbacktoRomfordHimomareyouhavingfunAndnowareyouonyourwayToanewtensionheadache
See 'em run now you're gone...dream on
quinta-feira, 19 de abril de 2007
quinta-feira, 12 de abril de 2007
sexta-feira, 6 de abril de 2007
quarta-feira, 4 de abril de 2007
terça-feira, 3 de abril de 2007
entre dos tierras
te puedes vender,
cualquier oferta es buena
si quieres poder.
qué fácil es,
abrir tanto la boca para opinar
y si te piensas echar atrás
tienes muchas huellas que borrar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de verte caer.
pierdes la fe,
cualquier esperanza es vana
y no sé qué creer;
pepepepepero olvídame que nadie te ha llamado
y ya estás otra vez
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
déjalo ya,
no seas membrillo y
permite pasar
y si no piensas echar atrás
tienes mucho barro que tragar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar.
cualquier oferta es buena
si quieres poder.
qué fácil es,
abrir tanto la boca para opinar
y si te piensas echar atrás
tienes muchas huellas que borrar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de verte caer.
pierdes la fe,
cualquier esperanza es vana
y no sé qué creer;
pepepepepero olvídame que nadie te ha llamado
y ya estás otra vez
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
déjalo ya,
no seas membrillo y
permite pasar
y si no piensas echar atrás
tienes mucho barro que tragar
déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
si yo no tengo la culpa de ver que...
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar
entre dos tierras estás
y no dejas aire que respirar.
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Remar, remar
Mares convulsos,
ressacas estranhas
Cruzam-te a alma
de verde escuro
As ondas que te empurram
As vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas
Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz
Berras às bestas
Que te sufocam
Em braços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor
Remar remar
Forçar a corrente
Ao mar, ao mar
Que mata a gente
ressacas estranhas
Cruzam-te a alma
de verde escuro
As ondas que te empurram
As vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas
Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz
Berras às bestas
Que te sufocam
Em braços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor
Remar remar
Forçar a corrente
Ao mar, ao mar
Que mata a gente
por serras algarvias...
é difícil explicar o que isto é.
é uma paixão.
é uma loucura.
é levantar-se de madrugada, sem dormir quase nada, para ir para o meio da serra apanhar frio... à espera, sempre à espera...
é estacionar o carro a 2km, e subir a pé encostas, tudo para encontrar o melhor lugar, um lugar onde se pode ver bem de perto (mas em segurança!) o verdadeiro espetáculo automobilístico: o Rally de Portugal!
De volta ao Campeonato do Mundo, passados 6 longos anos, foram escolhidas as serras algarvias para se realizar o evento. Muito embora o "pedigree" deste rally seja com tradições bem nortenhas, com Fafe e Arganil como expoentes máximos desse simbolismo, no final dos 3 dias de etapas classificativas foi comum o argumento da óptima organização do rally.
Valeu a pena. O esforço foi recompensado com um espetáculo de inegável qualidade!
As máquinas e os mestres do volante... o rugido dos motores e o pó das "atravessadelas" ... uma conjugação fantástica, imperdível.
Foi mais um rally!

é uma paixão.
é uma loucura.
é levantar-se de madrugada, sem dormir quase nada, para ir para o meio da serra apanhar frio... à espera, sempre à espera...
é estacionar o carro a 2km, e subir a pé encostas, tudo para encontrar o melhor lugar, um lugar onde se pode ver bem de perto (mas em segurança!) o verdadeiro espetáculo automobilístico: o Rally de Portugal!
De volta ao Campeonato do Mundo, passados 6 longos anos, foram escolhidas as serras algarvias para se realizar o evento. Muito embora o "pedigree" deste rally seja com tradições bem nortenhas, com Fafe e Arganil como expoentes máximos desse simbolismo, no final dos 3 dias de etapas classificativas foi comum o argumento da óptima organização do rally.
Valeu a pena. O esforço foi recompensado com um espetáculo de inegável qualidade!
As máquinas e os mestres do volante... o rugido dos motores e o pó das "atravessadelas" ... uma conjugação fantástica, imperdível.
Foi mais um rally!

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